Queres dominar o RME TotalMix 2.0?
Este vídeo explica o conceito mais importante de todos

Se tens uma interface RME e o TotalMix 2.0 ainda te parece um labirinto de canais, submixes e routing, este novo vídeo é um excelente ponto de partida.

A RME lançou o primeiro episódio do TotalMix 2.0 Beginners Guide, uma série criada para ajudar novos utilizadores a compreenderem a lógica de funcionamento daquele que é, para muitos profissionais, um dos ambientes de routing de áudio mais completos e poderosos do mercado.

 

E a verdade é que tudo começa por perceber uma ideia muito simples: o TotalMix não funciona como uma mesa de mistura tradicional.

Esquece o conceito de mesa de mistura

Ao contrário de uma consola convencional, o TotalMix organiza-se em três áreas bem distintas:

  • Hardware Inputs – todas as entradas físicas da interface;

  • Software Playback Channels – o áudio proveniente do computador (DAW, player multimédia, navegador, etc.);

  • Hardware Outputs – todas as saídas físicas disponíveis.

É esta estrutura que permite encaminhar praticamente qualquer sinal para qualquer saída da interface, oferecendo uma flexibilidade difícil de encontrar noutras soluções.

O segredo está no príncipio de Submix

O tema central deste primeiro episódio é o famoso principio de Submix, o conceito que está na base de todo o funcionamento do TotalMix.

Depois de perceberes esta lógica, torna-se muito mais simples criar:

.Misturas de monitorização independentes;
.Misturas para auscultadores;
.Configurações para gravação;
.Sistemas de streaming;
.Envio de sinais para equipamento externo;
.Diferentes mixes para músicos, realizador ou sala de controlo.

É precisamente esta filosofia que faz com que tantos estúdios profissionais escolham interfaces RME para ambientes onde a flexibilidade e a estabilidade são fundamentais.

O que vais aprender neste primeiro episódio

Ao longo do vídeo são explicados, passo a passo, os conceitos essenciais para começar a trabalhar com confiança no TotalMix 2.0:

Como está organizada a interface do TotalMix;
- O papel das Hardware Inputs;
- Como funcionam os Software Playback Channels;
- Para que servem as Hardware Outputs;
- O conceito de Submix;
- Como o áudio circula dentro do TotalMix;
- Como encaminhar qualquer sinal para qualquer saída;
- Porque é que o TotalMix funciona de forma diferente de uma mesa de mistura convencional.

Mesmo quem já utiliza interfaces RME há algum tempo poderá descobrir pequenas funcionalidades que tornam o fluxo de trabalho muito mais eficiente.

Compatível com praticamente toda a gama RME

Embora o vídeo utilize exemplos concretos, os conceitos apresentados aplicam-se praticamente a todo o ecossistema RME compatível com o TotalMix.

Isso inclui interfaces como:

_RME Babyface Pro FS
_RME Fireface UCX II
_RME Fireface UFX II
_RME Fireface UFX III
_RME Fireface 802 FS
_RME Série Digiface
_RME Série HDSPe

Se utilizas qualquer uma destas interfaces, ou outro equipamento RME com TotalMix, este vídeo é provavelmente a melhor forma de perceber a filosofia de routing da plataforma antes de te aventurares em configurações mais complexas.

No fundo, dominar o TotalMix não passa por decorar menus ou botões. Passa por compreender a lógica por detrás do sistema. Depois desse "clique", tudo começa a fazer muito mais sentido.

Se estás a dar os primeiros passos no universo RME, este é um vídeo que vale mesmo a pena guardar nos favoritos.